sábado, 3 de abril de 2010

As Artes e os Costumes Populares

Artesanato

Obra de artesão, pessoa que trabalha por conta própria em trabalho manual, sozinho ou com assistentes e aprendizes, muitas vezes da própria família. Os artesãos utilizam materiais acessíveis como madeira, argila, fios, fibras, sucata. Em quase todo o Brasil, a produção de miniindústrias é vendida como artesanato. Embora muitas dessas peças tenham deixado de ser artesanais, ainda revelam aspectos da cultura e dos costumes dos povos das regiões onde se encontram.

CERÂMICA

Uma das formas de arte popular e de artesanato mais desenvolvidas no Brasil. Nas feiras e mercados do Nordeste, os bonecos de barro reconstituem personagens do cotidiano Os mais conhecidos são os de Mestre Vitalino (1090-1963), pernambucano que ajudou a dar fama à feira de Caruaru, onde, segundo o baião de Luís Gonzaga, "de tudo que há no mundo, nela tem pra vendê". Outros ceramistas de renome em Pernambuco são: Manuel Eudócio, Zezinho de Tracunhaém e alguns dos filhos e sobrinhos de Vitalino. O Vale do Jequitinhonha (MG) também tem cerâmica de características próprias: em geral, grandes bilhas em formato de mulher com as mãos na cintura, formando vãos por onde passa o ar, que mantêm a água fresca.

ESCULTURA EM MADEIRA

As carrancas são uma das manifestações mais expressivas do trabalho em madeira na arte popular. São figuras reais ou mitológicas, com formas humanas ou de animais, geralmente com expressões iradas, que os navegantes costumam colocar à proa de suas embarcações, vistas como um meio de enfrentar os maus espíritos. São muito conhecidas as carrancas do rio São Francisco, obras de artesãos desconhecidos pelos pesquisadores, chamadas também de cabeças-de-proa.
Outro tipo de escultura popular em madeira é o produzido em Teresina (PI) por Mestre Dezinho (José Alves de Oliveira), um marceneiro que se especializou em esculpir anjos e santos marcados pelo rosto triangular e pelos olhos esbugalhados.

RENDA DE BILROS

Trazida pelos portugueses, a renda de bilros ou de almofada é um trabalho tradicional de vários pontos do litoral brasileiro. A rendeira usa uma almofada onde é preso um papelão com o motivo da renda. Os bilros – peças de madeira ou metal semelhantes a fusos – movimentam as linhas que são presas no papelão por cravos de madeira, alfinetes ou espinhos de mandacaru. Os papelões são passados de geração a geração e alguns motivos são exclusivos de uma família.
Festas religiosas populares
São comuns, nas festas populares baseadas no calendário religioso, manifestações de sincretismo afro-cristão, que fundem os orixás do candomblé com os santos católicos. Às vezes as festas coincidem com o calendário laico, civil.

AUTO DE NATAL

Representação simbólica do nascimento de Cristo, no estilo dos autos ibéricos da Idade Média que eram montados nas igrejas. A encenação mais conhecida é a dos Arcos da Lapa, Rio.

AUTO DOS QUILOMBOS

Encenação dramática feita em diferentes datas religiosas, freqüentemente no Natal, em Estados do Nordeste. Com danças e cânticos, procura-se reconstituir os quilombos, núcleos povoados por escravos fugitivos no século XVII. São representadas duas guerrilhas: uma de índios, outra de negros aquilombados. Os negros, vencidos, são levados em folia pelas ruas, onde são vendidos ou trocados por balas e doces.

BOM JESUS DOS NAVEGANTES

Realizada em Salvador, no primeiro dia do ano. A imagem de Cristo, em embarcação ornamentada e acompanhada por centenas de outras, cruza a baía de Todos os Santos.

CÍRIO DE NAZARÉ

Procissão festiva realizada desde 1793, em Belém, no segundo domingo de outubro. A origem da celebração é, segundo os crentes, um milagre ocorrido no início do século XVIII: desaparece a imagem de N. S. de Nazaré, em madeira, que o lenhador mulato Plácido José de Sousa mantém em sua casa; dias depois, reaparece no lugar de sempre. Os paraenses dão ao Círio de Nazaré importância equivalente à do Natal. Preparam ceia com pratos típicos, trocam presentes e os trabalhadores costumam ganhar gratificação semelhante ao 13o salário. Fiéis de todo o Brasil comparecem, para pedir graças ou pagar as alcançadas.

CORPUS CHRISTI

Dia santo, de celebração do corpo de Cristo, e feriado nacional. Em muitas cidades, ornamentam-se as faixas centrais das ruas com figuras da liturgia católica coloridas, feitas de flores, plantas, folhagens, serragem, pó de café, areia. Diamantina (MG), Florianópolis (SC), Cabo Frio e Petrópolis (RJ), Matão, Ibitinga e São Manoel (SP) destacam-se por ornamentações esmeradas.

DIVINO ESPÍRITO SANTO

Misto de manifestação religiosa e profana, estabelecido em Portugal pela rainha Isabel, no século XIV. Chega dois séculos depois a Parati (RJ), onde se comemora o Boi Divino, com distribuição de comida aos pobres. Conserva as ladainhas, procissões e danças folclóricas portuguesas, como nos festejos originais. Em Alcântara (MA), os participantes representam personagens do Brasil colonial e, pela tradição, o imperador prende alguém antes da festa, acusando-o de provocar desordem. Em vários municípios da Bahia, as comemorações se estendem por dez dias, em fins de maio, com desfecho no domingo de Pentecostes.

DRAMA DA PAIXÃO

Representação da morte de Cristo, na Semana Santa. A maioria das cidades brasileiras realiza procissões que lembram os últimos dias de Cristo e sua ressurreição, no domingo de Páscoa. Em Brejo da Madre de Deus (PE), na cidade-teatro de Nova Jerusalém, 500 atores locais revivem anualmente o drama da Paixão, com diferentes encenações na quinta e sexta-feira santas e no sábado de Aleluia.

FESTA DO BONFIM

Em Salvador, a lavagem das escadarias da igreja do Senhor do Bonfim, que no sincretismo afro-cristão corresponde a Oxalá, o maior dos orixás, filho de Olorum, ente supremo da mitologia iorubá. A festa se realiza a partir da segunda quinta-feira após o dia de Reis (6 de janeiro) e se prolonga até o domingo.

FESTA DE REIS

Ou Folia de Reis, é um auto popular natalino de evocação da visita dos três reis magos ao menino Jesus, com apresentação de danças dramáticas como o terno de Reis, o rancho e o bumba-meu-boi. Os foliões fazem paradas em casas previamente escolhidas, para cantorias, em troca de comida e bebida.

FESTAS JUNINAS

No mês de junho, em todo o Brasil, com comidas típicas, fogos e dança de quadrilha nos dias consagrados a Santo Antônio (13), São João (24) e São Pedro (29). As maiores comemorações são realizadas no Nordeste, onde o dia de São João costuma ser feriado.

FESTA DE IEMANJÁ

Realizada na madrugada do primeiro dia do ano, no Sul e no Sudeste, e no dia 2/2, em Salvador. Entregam-se flores e outras oferendas a Iemanjá (ou Janaína), principal orixá feminino, mãe de Xangô, Iansã e Oxóssi; considerada rainha das águas e sereia do mar.

NOSSA SENHORA DA AQUIROPITA

A festa de Nossa Senhora da Aquiropita, trazida pelos imigrantes da Calábria, é feita pela colônia italiana em São Paulo, desde o início do século. Atualmente é realizada na rua principal do bairro da Bela Vista, em agosto.

NOSSA SENHORA DE APARECIDA

O dia dedicado à padroeira do Brasil, 12 de outubro, é feriado nacional. Centenas de milhares de fiéis chegam de todo o Brasil a Aparecida (SP), nesse dia, para missas, procissão e visita à basílica. É a maior concentração religiosa do país.

NOSSA SENHORA DAS DORES

A romaria de Nossa Senhora das Dores, padroeira da cidade de Juazeiro do Norte (CE), importante centro religioso nordestino, acontece na segunda semana de setembro.

NOSSA SENHORA DOS NAVEGANTES

A festa religiosa mais tradicional de Porto Alegre, no dia 2 de fevereiro, comemorada desde 1871, quando a santa se tornou padroeira da cidade. Realizada também na cidade de Laguna (SC), no mesmo dia.

PADRE CÍCERO

A romaria do padre Cícero (1844-1934), considerado santo milagreiro apesar de ter sido suspenso pelas autoridades da igreja católica por heresia, acontece em Juazeiro do Norte (CE), nos dias 1o e 2 de novembro.
PÁSCOA
A tradição do coelho e dos ovos de Páscoa no Brasil data do início do século. Foi trazida em 1913, por imigrantes alemães. Os ovos são símbolos pascais inspirados no costume chinês de colorir ovos de pata para celebrar a vida que deles se origina. Diversos países europeus fabricam ovos de chocolate, na Páscoa, desde 1834. O coelho, da mesma época, tem origem anglo-saxônica e simboliza fecundidade.

SAN GENNARO

Em São Paulo, de 10 a 19 de setembro, homenagem ao padroeiro da colônia italiana do bairro da Mooca, com procissão, missa, músicas e danças típicas na rua, em torno de barraquinhas com comidas.
Folguedos
Festas em que predomina o espírito lúdico. Realizam-se anualmente, em diversas regiões do país, em datas mais ou menos fixas. Algumas delas têm origem religiosa, tanto católica como de cultos africanos ou mesmo do sincretismo afro-brasileiro. Essa religiosidade permanece latente na maioria dos casos.

AFOXÉ

Cortejo que sai pelas ruas de Salvador desde 1922. Acontece também em Fortaleza e no Rio de Janeiro. Os participantes cantam em dialetos africanos, acompanhados de atabaques, agogôs e cabaças. Por ter origem religiosa ligada ao candomblé é conhecido como candomblé de rua. Os desfiles mais famosos acontecem durante o Carnaval da Bahia.

BUMBA-MEU-BOI

Representação originada no Nordeste e disseminada pelo país, em torno da vida, morte e ressurreição do boi. Geralmente acontece entre o Natal e o dia de Reis (6 de janeiro). Os personagens são humanos, animais e fantásticos. O boi-de-mamão, do litoral de SC, é uma versão do bumba. No Pará e no Amazonas existe uma variação conhecida como boi-bumbá festejada em junho. Na cidade de Parintins, Amazonas, o boi-bumbá atrai milhares de pessoas. Ao contrário de outras regiões, onde existem vários bois e a brincadeira não tem o caráter de competição, dois bois disputam qual é o melhor. O espetáculo acontece num bumbódromo, com capacidade para 35 mil espectadores e 10 mil brincantes.

CONGADAS

Desfiles de negros, no dia de São Benedito (26 de dezembro), comemorando a coroação de um rei do Congo. São danças e cantos originários da África e da península Ibérica. As congadas mais conhecidas são as de Lapa (PR), as de alguns municípios de Santa Catarina e as das antigas regiões de ouro em Minas Gerais. Na Paraíba, descendentes de escravos fazem congadas em homenagem à padroeira dos negros, Nossa Senhora do Rosário, na primeira semana de outubro.

FANDANGO

Também tem o nome de marujada, no Norte e no Nordeste. No período do Natal, personagens vestidos de marinheiros cantam e dançam ao som de instrumentos de corda. No Sul, é festa típica dos pescadores e caboclos do litoral paranaense. Os fandangos são cerca de trinta danças rurais regionais, divididas em dois grupos: as batidas, exclusivas para homens, marcadas por sapateado forte e barulhento; e as valsadas, ou bailadas, nas quais os casais arrastam os pés no chão.

FARRA DO BOI

Diversão tipicamente masculina, registrada entre descendentes de açorianos no litoral de Santa Catarina. Ocorre nos períodos do Natal e da Páscoa. Começa num bar local, onde os participantes se cotizam para comprar um boi bravo. Solto para dar corridas nos participantes, o boi finalmente é abatido e repartido entre os "sócios". Nos últimos anos, a farra do boi tem sido alvo de intensa campanha de grupos ecológicos, que consideram a manifestação extremamente cruel com os animais.

MARACATU

Folguedo pernambucano de origem afro-brasileira. Como as congadas, inspira-se nas coroações de reis negros. Num cortejo real, os blocos saem pelas ruas nos dias de Carnaval, divididos em alas que representam nações africanas.
Rodeios e vaquejadas
São provas que mostram a habilidade dos peões e vaqueiros na lida com cavalos e gado.
Os rodeios têm estilo americano. Tornam-se cada vez mais populares nos últimos anos, em especial no interior paulista. Têm origem nas viagens de boiadeiros, as comitivas, levando gado para corte ou para invernada. A maior e mais antiga festa de peão de boiadeiro acontece em Barretos (SP), há quarenta anos. Começa com a "queima do alho", numa referência às paradas para refeição das tropas, e segue com apresentações de grupos folclóricos e provas eqüestres.
Na vaquejada, os participantes competem em duplas para apartar e marcar o gado. A cada rês dominada, o público comemora, com gritos e foguetes. As vaquejadas acontecem sobretudo no Nordeste. A mais famosa é a de Orós (CE).

FOLGUEDOS

Alagoas é entre todos os Estados brasileiros o que possui o maior número de folguedos populares. São registrados pelos estudiosos do assunto cerca de vinte e nove folguedos e danças alagoanas, a saber: quatorze natalinos, dois de festas religiosas, quatro carnavalescos, quatro carnavalescos com estruturas simples, dois torés e três danças.
Para termos uma melhor compreensão apresentamos uma classificação dessas manifestações.
Folguedos Natalinos
Baianas

Bumba meu Boi

Cavalhada

Chegança
Fandango
Guerreiro
Maracatu
Marujada
Pastoril
Pastoril Profano
Presépio
Reisado
Quilombo
Taieiras
Folguedos Religiosos
Mané do Rosário
Bandos
Folguedos Carnavalescos
Cambindas

Negras da Costa

Samba de Matuto

Caboclinhas
Folguedos Carnavalescos com Estrutura Simples
Boi de Carnaval

Ursos de Carnaval

Gigantões (bonecas)

A Cobra Jararaca

Os Torés
Toré do Índio

Toré de Xangô

Rodas de Adultos.
Baianas
Este folguedo não possui um enredo determinado. As baianas cantam uma seqüência constituída de marchas de entrada ou abrição de sede, peças variadas e por fim a despedida. Personagens: grupo de dançadores. Trajes: vestes convencionais de baianas. Instrumentos: percussão.
Bumba meu boi
Auto popular de temática pastoril que tem na figura do boi o personagem principal. Sua apresentação em Alagoas é semelhante a um teatro de revista. Consta de desfile de bichos que dançam ao som de cantigas entoadas por cantadores e acompanhadas por conjunto musical. Instrumentos: percussão e apito.
Caboclinhas
Dança cortejo, sem enredo ou drama. Forma de reisado, no qual os personagens se vestem de penas. Originário dos maracatus pernambucanos com elementos do reisado alagoano, a exemplo das baianas e samba de matuto. Personagens: mestre, contramestre, embaixadores, vassalos, mateus, rei, lira, general, borboleta, estrela de ouro, rei Catulé e caboclinha. Trajes: cocar, tanga, braceletes e perneiras de penas de peru, colares, brincos de dente, conchas ou sementes. Instrumentos: banda de pífanos.
Cavalhada
Cortejo e torneio a cavalo, em que a parte mais importante consiste na retirada de uma argolinha, com a ponta da lança, em plena corrida. Os doze cavaleiros ou pares são divididos em cordões azul e encarmado. Tem origem nos torneios medievais.
Chegança
Auto marítimo existente em Alagoas é a versão das Mouriscadas da Península Ibérica e das danças Mouriscas da Europa. Quase todo bailado e cantado, realiza-se em uma barcaça armada especialmente para este fim. Personagens: almirante, capitão, Capitão de mar e guerra, mestre piloto, mestre patrão, padre-capelão ,doutor cirurgião, oficiais inferiores, marujos e dois gajeiros. Trajes: à maruja. Instrumentos: pandeiro.
Coco Alagoano
Dança de origem africana, cantada e acompanhada pelas batidas dos pés ou tropel. Também denominada pagode ou samba. Surge na época junina ou em outras ocasiões para se festejar acontecimentos importantes da comunidade. Personagens: mestre e dançadores. Traje: roupa do dia a dia. Variações do estilo: coco solto, quadra, embolado, coco de entrega, coco de dez pés, praieiro, bambelô, zambê, coco de roda e samba de coco.
Fandango
Auto dramático de temática náutica, como a chegança. Entoam cantigas náuticas de diversas épocas e origens, algumas sem dúvida portuguesas que falam de suas grandes navegações. Personagens: almirante, capitão, capitão de mar e guerra, mestre piloto, mestre patrão, oficiais, marujos e gajeiro. Trajes: oficiais com quepe de pala, paletó azul marinho com camisa e gravata preta, ornado de platinas e alamares, calças brancas, espadas e espadins; marujos de gorro e blusa maruja da mesma cor que a dos oficiais. Instrumentos: rabeca e viola.
Guerreiro
Auto genuinamente alagoano, misto de reisados alagoanos e do antigo e desaparecido auto dos Caboclinhas da chegança e dos pastoris, surgido entre os anos de 1927 e 1929. Trajes: multicoloridos, usando-se fitas, espelhos, diademas, mantos e contas aljôfares. Personagens: rei, rainha, índio Peri e seus vassalos, lira. Instrumentos: sanfona, tambor e pandeiro.
Pastoril
É um fragmento dos presépios, constituído por jornadas soltas, executado-se a de boa noite e a da despedida. Personagens: mestra, contramestra, diana, as pastorinhas, o pastor e a borboleta. Trajes: saias, blusas, faixas, aventais, chapéu de palhinha, nas cores azul e encarnado. Levam um pandeiro feito de lata, com cabo e sem tampa, ornado de fita com a cor do cordão a que pertence. Acompanhamento: conjunto de percussão e sopro.
Reisado
Auto popular profano religioso, formado por vários grupos de músicos, cantores e dançadores apresentando vários episódios. Sincretizou-se, no Estado, com o auto dos congos ou rei dos congos.
Personagens: rei, rainha, embaixador, mestre ou secretário de sal, contramestre, mateus e palhaço. Trajes: saiote de cetim colorido, chapéu de aba larga guarnecido de espelhos redondos, flores artificiais e fitas variadas. Instrumentos: sanfona, tambor e pandeiro.
Vaquejada
Pega do Boi, Corrida de Mourão ou como é mais conhecida Vaquejada é um esporte caro pois necessita de local apropriado para sua prática diferente dos tempos em que Lampião e seus "Cabras" o praticavam nas caatingas. Geralmente corre-se vaquejada por dupla, uma vez que um dos vaqueiros faz o papel de "esteira", para que o boi não saia pelo lado oposto ao do "puxador", que segurando a cauda do animal, faz força para derrubá-lo de patas para cima. Na vaquejada cada lance envolve risco e exige coragem é realmente como dizem os que dela participam: "um esporte de cabra macho". Traje: Comum geralmente com as proteções usadas pelos vaqueiros.

Um comentário:

  1. Não Axei o Que eu Queria :S

    a minha pergunta e assim
    Que Bloco Entoa Canções Do Candomblé em Dialetos Africanos ?

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