sábado, 3 de abril de 2010

Movimentos da População Brasileira

Brasileiros em fuga A via mexicana tem sido a alternativa dos imigrantes que desistiram de obter o visto americano ou não tiveram coragem de recorrer a falsificações. Para chegar lá, o viajante pode contratar os serviços dos traficantes de gente ainda no Brasil ou ir por conta própria. Somando-se gastos com passagem aérea, transporte até a fronteira, hospedagem e alimentação, os custos da aventura podem chegar aos 10 mil reais.

Quem está indo embora

Até o fim da década de 1970, os movimentos populacionais no Brasil se caracterizaram pela grande mobilidade populacional dentro do próprio país e pelo recebimento de imigrantes europeus e asiáticos nos séculos XIX e XX.
No início da década de 1980, conhecida como "década perdida", o baixo crescimento econômico fez o Brasil conhecer um processo novo em sua dinâmica populacional - a emigração de brasileiros, principalmente para os Estados Unidos, Japão, Europa e América Latina. Antes disso, o país tinha conhecido as "migrações forçadas", por motivos políticos, principalmente nas ditaduras de Getúlio Vargas (1930-1945) e do regime militar (1964-1985). Na "década perdida", as altas taxas de inflação, de desemprego e a busca de melhores perspectivas de vida foram os principais motivos que levaram a uma evasão de brasileiros para outras partes do mundo.
Depois de alguns anos de estabilidade do plano real, essas saídas diminuíram um pouco, mas foram retomadas após a desvalorização da moeda em 1999.
Infelizmente, esses movimentos envolvem aspectos preocupantes, como o tráfico de imigrantes (veja a notícia acima) e o tráfico de mulheres, que, seduzidas com promessas de altos salários, acabam envolvidas em redes de prostituição.
As estatísticas sobre brasileiros no exterior são que trabalham e vivem irregularmente em outros países. Estima-se que aproximadamente 2 milhões de brasileiros vivam no exterior.
Nos estados da Flórida, Nova York e Massachusetts (Estados Unidos) e nas cidades de Nagoya, Shizuoka e Guma (Japão), há milhares de brasileiros trabalhando, estudando ou mesmo residindo em caráter definitivo.

Quem veio para ficar

O Brasil foi o quarto país a receber pessoas de outros países na América, ficando atrás dos Estados Unidos, da Argentina e do Canadá. O marco do início da imigração em nosso país foi o decreto assinado em 1808 por Dom João VI, que permitia a posse de terras por estrangeiros. A partir daí, grandes contingentes de portugueses, italianos, alemães, espanhóis, eslavos e japoneses, entre outros, procuraram o Brasil como nova pátria.

O fim da escravidão, o apogeu da economia cafeeira e a imigração estrangeira
Foi durante a segunda metade do século XIX e o início do século XX (1850-1930) que o Brasil recebeu o maior número de imigrantes. A Inglaterra proibira o tráfico negreiro em 1850, e o Brasil era uma nação essencialmente agrícola, totalmente dependente de mão-de-obra escrava. Isso ocorreu exatamente quando a cultura cafeeira já fizera a riqueza do Vale do Paraíba (Rio de Janeiro e São Paulo).Após a Abolição da Escravatura, decretada cm 13 de maio de 1888, fazendeiros que iniciavam a expansão dessa cultura em outras regiões no estado de São Paulo estimularam a vinda de imigrantes, principalmente colonos italianos, para substituir a mão-de-obra escrava.
Outros fatores, como as crises econômicas na Europa, nessa mesma época, e a possibilidade de ascensão social na América, também motivaram essas grandes correntes migratórias ao Brasil.
Podemos traçar um perfil geral desses imigrantes. Eram em sua maioria jovens, pobres, do sexo masculino, em idade produtiva e com habilidades técnicas e manuais que desenvolveram ao trabalhar nas lavouras de seus respectivos países. Alguns traziam também a mentalidade empresarial, uma vez que vinham de potências industrializadas, o que foi fundamental, alguns anos depois, para as primeiras experiências realizadas nesse setor em nosso país.

Quem veio para o Sul

Após a iniciativa pioneira, em 1824, em São Leopoldo (RS), muitos outros imigrantes alemães dirigiram-se para a Região Sul. Em 1850 e 1851 fundaram importantes colônias no estado de Santa Catarina, como a que deu origem a Blumenau, hoje importante centro industrial e comercial. A outra foi a colônia D. Francisca, a atua! progressista cidade de Joinville.
Erechim e Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, e Brusque, em Santa Catarina, também surgiram da colonização alemã. Os italianos se estabeleceram na região de
Garibaidi, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, onde se dedicaram ao cultivo da uva e à fabricação do vinho. Também se estabeleceram em Santa Catarina, nas cidades de Orleans, Nova Veneza, Urussanga e Criciúma.
O Paraná recebeu, principalmente, povos eslavos (russos, ucranianos e poloneses), que se fixaram em Rio Negro, Ivaí e arredores de Curitiba.
A colonização estrangeira no Sul fundamentou-se na pequena propriedade, na policultura e na mão-de-obra familiar.

Quem veio para o Sudeste

Sem dúvida, a lavoura cafeeira carente de mão-de-obra foi a maior responsável pela vinda de imigrantes estrangeiros para a região. Entretanto atividades urbanas, como o comércio e outros cultivos agrícolas, foram implantadas por esses grupos, nos estados do Sudeste. Podemos dizer que cada nacionalidade teve uma característica diferente quanto à ocupação escolhida.
Os italianos, nos primeiros anos, dedicaram-se às lavouras cafeeiras do estado de São Paulo, que recebeu o maior número deles. Cidades como Tietê, Orlândia, Ribeirão Preto, Araraquara guardam até hoje, em sua população, descendentes de imigrantes italianos. No Espírito Santo, fixaram-se na região da cidade de Colatina.
Os espanhóis, sírio-libaneses e portugueses exerceram atividades tipicamente urbanas, como o comércio.
No período 1890 a 1930, os portugueses formaram o grupo mais numeroso de imigrantes que chegaram ao Brasil, pois não sofreram as restrições impostas aos demais grupos. Os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, receberam o maior número deles, que também se encontram espalhados por todo o Brasil.
Belém, Florianópolis, entre outras, têm importantes comunidades portuguesas.

A chegada dos japoneses

A partir de 1908, vieram os japoneses que se fixaram nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Pará.
Em São Paulo, dedicaram-se a variadas atividades agrícolas, em regiões diferentes;
- Vale do Paraíba: cultivo do arroz.
- Vale do Rio Ribeira do Iguape: cultivo do chá e da banana.
- Alta Paulista e Alta Sorocabana: criação do bicho da seda e avicultura.
- Cinturões verdes (Grande São Paulo e arredores): atividades hortifrutigranjeiras.
Também estabeleceram-se em outros estados:
- Paraná: agricultura (café, soja) e criação do bicho-da-seda.
- Mato Grosso: agricultura.
- Pará: cultivo de pimenta-do-reino e juta.
Na década de 1930, a vinda de imigrantes para o Brasil começou a diminuir sensivelmente. Isso foi causado por um conjunto de fatores, dentre os quais
podemos citar:
- O não cumprimento das promessas feitas pêlos agenciadores desses imigrantes que não encontravam aqui o que lhes era prometido, como terra própria para cultivar.
- A queda da Bolsa de Valores de Nova York em 1929, que causou instabilidade econômica mundial c a queda do preço do café, principal fonte de divisas para o Brasil.
- A instabilidade política motivada pela Revolução de 1930, quando Vargas tomou o poder.
- A Lei de Cotas da Imigração, instituída em 1934 no governo Vargas. Ficou estabelecido pelas Constituições de 1934 e reiterado na Constituição de 1937 um limite de 2% do total de novos imigrantes que poderiam vir para o Brasil a cada ano, segundo a nacionalidade. Esses 2% eram calculados sobre o total de imigrantes que haviam
entrado nos últimos cinquenta anos. Os portugueses eram a única exceção à Lei de Cotas da Imigração. Outras restrições juntaram-se à Lei de Cotas, como a de obrigar que 80% dos novos imigrantes fossem agricultores.
- Durante e após a Segunda Guerra Mundial (19391945), a emigração diminuiu. Com a reestruturação econômica do pós-guerra, as migrações européias passaram a ser predominantemente internas (dos países mais pobres para os países mais ricos e industrializados) e menos intercontinentais (da Europa para a América, por exemplo).
- O golpe militar de 1964, período de instabilidade política e social no país.
- O aumento da dívida externa e a repressão política, que desestimularam as migrações internacionais.

Quem mudou de estado ou região

A mobilidade interna do povo brasileiro sempre esteve ligada ao processo de povoamento do nosso enorme território, A própria sucessão dos ciclos ou períodos da economia brasileira, sempre ligados a um determinado produto ou atividade, favoreceu essa mobilidade, pois as pessoas são sempre atraídas por fatores, como emprego, facilidade de obtenção de terras ou enriquecimento rápido.
Por esse motivo, podemos verificar que sempre houve uma coincidência entre os
grandes surtos migratórios internos, a evolução da economia e o processo de urbanização no Brasil.

BREVE HISTÓRICO DAS MIGRAÇÕES INTERNAS NO BRASIL

XVI e XVI l-Saída de nordestinos da Zona da Mata rumo ao Sertão atraídos pela expansão da pecuária.
XVIII-Saída de nordestinos e paulistas rumo à região mineradora (Minas Gerais).
XIX-Saída de mineiros rumo ao interior paulista atraídos pela expansão do café.
XIX-Saída de nordestinos rumo à Amazônia para trabalhar na extração da borracha.
XX-Década de 1950 - Saída de nordestinos rumo ao Centro-Oeste (Goiás) para trabalhar na construção de Brasília, Esse período ficou conhecido como a "Marcha para o Oeste", e os migrantes foram chamados de "candangos".
Décadas de 1950 e 1960 - Saída de nordestinos (principalmente) rumo ao Sudeste, motivada pela industrialização. As cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro receberam o maior fluxo de imigrantes.
Décadas de 1960 e 1970 - Salda de nordestinos que continuaram migrando para o Sudeste, o Centro-Oeste (Mato Grosso) e o Sul (Paraná). A partir de 1967, com a criação da Zona Franca de Manaus, ocorreu intensa migração de nordestinos rumo à Amazônia (principalmente Manaus). Em grande parte foi uma migração orientada pelo Governo Federal.
Décadas de 1970 a 1990 - Migrações de sulistas rumo ao Centro-Oeste (agropecuária) e de nordestinos rumo à Amazônia (agropecuária e garimpes). Em consequência, o Nordeste e o Centro-Oeste foram, respectivamente as regiões que apresentaram o maior crescimento populacional do Brasil, nas últimas décadas.

Os movimentos internos da população brasileira

Os números anteriores são impressionantes: éramos 146,8 milhões de habitantes e 53,3 milhões de migrantes em 1991, isto é, quase 40% do total da população. Essa grande migração interna ou grande mobilidade espacial populacional é um dos traços marcantes da população brasileira. As migrações internas no Brasil caracterizam-se por dois tipos principais; a intra-regional e a inter-regional.

A migração intra-regional

Significa a migração de pessoas dentro de uma mesma região. Destacamos dois exemplos reiterados pêlos resultados preliminares do Censo 2000:
- A saída de pessoas das pequenas cidades nordestinas rumo às suas respectivas capitais, onde a possibilidade de novas oportunidades é maior do que em suas cidades de origem.
- A saída de pessoas das metrópoles nacionais localizadas no Sudeste, isto é, São Paulo e Rio de Janeiro, rumo às cidades médias do próprio Sudeste, em busca de melhor qualidade de vida (menos violência, áreas de lazer, menor custo de vida, menor trânsito, ar mais puro, etc.). Novos pólos de desenvolvimento, como Ribeirão Preto, Campinas, São José dos Campos, São Carlos, São José do Rio Preto, Uberlândia, Juiz de Fora, Belo Horizonte, têm atraído esses migrantes. Em outras regiões brasileiras também ocorre crescimento migratório em direção aos novos pólos de desenvolvimento, como Londrina e Curitiba (Paraná), Fortaleza (Ceará), Recife (Pernambuco) e Salvador (Bahia).
Um tipo muito comum de migração intra-regional é a transumância, ou seja, o deslocamento periódico ou temporário da população motivado por mudanças climáticas (sazonal) ou econômicas. As pessoas retornam ao local de origem quando as condições
que motivaram sua saída temporária são resolvidas.
Um exemplo desse tipo de migração ocorre entre os trabalhadores sem qualificação profissional que residem entre o Agreste e o Sertão nordestino (os corumbás) e se deslocam para a Zona da Mata (faixa litorânea) para realizar o corte da cana. Após a safra, geralmente depois de alguns meses, retomam aos seus locais de origem.

A migração inter-regional

A migração de pessoas entre as regiões brasileiras foi e continua sendo a mais típica e a quantitativamente mais expressiva dentre as transferências populacionais no interior do nosso país.
Durante meio século de história, a região Nordeste que nunca recuperou a importância econômica após o declínio da economia açucareira (nos séculos XVI e XVII), caracterizou-se como região de expulsão populacional. Primeiro, para a região Sudeste; depois, para as novas "fronteiras agrícolas" das regiões Norte e Centro-Oeste. A região Sudeste, ao contrário, viveu dois momentos fundamentais para a economia brasileira - a economia cafeeira e a industrialização - além da descoberta do ouro, em tempos coloniais. Por esses fatores e por ter abrigado a capital federal (a cidade do Rio de Janeiro) até o início da década de 1960, o Sudeste tornou-se o "coração econômico do país" e, em consequência, a maior região de atração populacional do Brasil, principalmente até a década de 1980.

Porque sair do campo e ir para as cidades

A saída da população das zonas rurais para as zonas urbanas - êxodo rural - é o principal movimento populacional interno brasileiro.
As péssimas condições dos moradores das áreas rurais, como a alimentação insuficiente, super-exploração da mão-de-obra, poucas oportunidades de trabalho para os jovens, secas prolongadas, baixos salários, mecanização de algumas lavouras e, principalmente, a industrialização que se acentuou após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) constituem as principais causas do intenso êxodo rural brasileiro.

A vez do Norte e do Centro-Oeste

A partir da década de 1960 ocorreram grandes fluxos migratórios rumo às regiões Norte e Centro Oeste, que se refletiram nos expressivos crescimentos populacionais.
Esses significativos crescimentos demográficos tiveram nas migrações sua causa mais importante. Os principais contextos históricos que envolveram essas migrações para as duas regiões anteriormente destacadas foram: a partir da década de 1970, as migrações internas para o Norte e o Centro-Oeste foram provocadas pelo Governo Federal. Era o período militar (1964-1984), quando a ênfase nas grandes obras ocultava a repressão política interna. Entre essas grandes obras estavam as construções das rodovias Transamazônica (região Norte) e Cuiabá-Santarém (regiões Centro-Oeste e Norte, respectivamente) e um projeto de colonização que fixaria os novos migrantes em uma faixa de 10 km ao longo dessas rodovias. Era inclusive uma maneira de desviar o fluxo migratório do Sudeste, que já apresentava sinais de saturação.
Posteriormente, projetos agropecuários, de mineração, tanto do governo brasileiro quanto estrangeiros, e a possibilidade de enriquecimento através de garimpes, atraíram milhares de nordestinos e sulistas, respectivamente, para essas regiões.
Esses intensos fluxos migratórios para essas áreas, que ficaram conhecidas como novas fronteiras agrícolas, foram os responsáveis por torná-las as de maior crescimento populacional no Brasil.

As migrações internas no século XXI

Mais recentemente, a partir das décadas de 1980 e 1990, novas tendências passaram a contradizer o que antes parecia imutável, isto é:
- diminuição da migração interna rumo ao Sudeste, como reflexo do aumento das migrações intra-regionais;
- diminuição da migração interna rumo às duas metrópoles nacionais: São Paulo e Rio de Janeiro. Verifica-se essa tendência a partir de uma comparação com outras capitais. As cidades que apresentaram maior crescimento foram as que receberam, entre outros fatores, maior fluxo migratório, como Boa Vista, Curitiba, Porto Velho e outras.
A volta de nordestinos aos seus estados de origem também foi significativa, e principalmente a busca das capitais da região, como Fortaleza, Salvador e Recife, começa a mudar o seu perfil de área de expulsão populacional, embora paradoxalmente isso não signifique diminuição da pobreza de sua população.

Ricardo Amorim (Adaptado) veja 7 de fevereiro, 2001

18 comentários:

  1. vlw mais ñ me ajudou muito no meu trabalho na verdade eu procuro por isso ó:

    Principais fluxos migratoris no brasil nas decadas de 1930 - 1940
    1950 - 1970
    1970 - 1990
    ve se vc posta ai vlw

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  2. vlw mais ñ me ajudou muito no meu trabalho na verdade eu procuro por isso ó:
    restrições do governo brasileiro à imigração na decada de 30

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  3. Me ajudou mto no meu trabalho! otimoo!

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  4. MUY BUENO..YO ESTUDIÉ PARA MI PRUEBA DE GEOGRAFÍA.. =)

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  5. gilmar vinicius alves23 de setembro de 2010 16:41

    gostei mto sempre que precisar vou usar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    valeu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  6. vwl, ajudou um pouco, mas preciso dos principais fluxos migratorios no brasil em 2000- 2010

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  7. Muito bom, mas eu preciso de migrações entre 1970-1990. Mesmo assim, obrigado

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  8. Quais foram os principais movimentos migratorios entre regioes brasileiras??

    Achei muito interessante o conteúdo obrigado hem...

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  9. QUERIAA DA DECADA DE 30

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  10. qal foram os principais motivos de migração intenas em 1950-1970 ; 1970-1990 ;1990 e 2000 ?

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  11. Obrigada, muito interessante seu trabalho. Me ajudou muito. PARABÉNS!

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  12. Ajudou-me siim. Thank's :P

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  13. preciso dos principais movimentosmigratorios que foramaram o povo brasileiro.... e os principais deslocamentos migratorios no brasil

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  14. Muito bom, me ajudou muito, obrigado.

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  15. o conteúdo é ótimo,mais preciso dos principais movimentos migratórios no Brasil no período de 1990 a 2000! mesmo assim,obrigado.

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  16. valeu não vo mais fica de recuperação mais vc sabe os motivos que ocasionaram a migração?

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  17. cara não ajudou muito né velho... mais tudo bem, eu queria saber mesmo: As razões da mobilidade interna da população brasileira. Se souber responde valeww... =D

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  18. O que acomtecel na década de 70 á 80 sobre a migração do brasil????

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